Mandatos à medida, âmbitos complexos.
Para mandatos complexos e não convencionais, prestamos assessoria estratégica à medida — da rentabilização de ativos soberanos à expansão transfronteiriça e à estratégia de megaeventos — onde as abordagens convencionais não chegam.

Há mandatos que não cabem num modelo-padrão — rentabilização de ativos soberanos, expansão transfronteiriça, estratégia de megaeventos, um ecossistema de inovação construído de raiz. Projetos especiais é a área de atuação dedicada a problemas complexos e não convencionais, em que os modelos habituais não bastam e a resposta tem de ser construída, e não importada.
Os mandatos desta área de atuação partilham um traço: não existe um manual pronto a usar. Exigem análise a partir de princípios fundamentais, discernimento sénior e disponibilidade para conceber a abordagem em torno do problema, em vez de forçar o problema a encaixar num método conhecido.
Moldamos cada mandato em função do seu objetivo e das suas restrições específicas, aplicando o mesmo rigor assente em evidência — realidade do mercado, capital, lógica de execução e contexto institucional — a problemas não convencionais: rentabilizar uma base de ativos soberana ou institucional, entrar num novo mercado além-fronteiras, posicionar uma marca de destino ou conceber o ecossistema de um setor emergente.
Detentores de ativos soberanos e institucionais, governos que promovem iniciativas emblemáticas e organizações confrontadas com um problema estratégico que não cabe num âmbito de assessoria convencional.
Os projetos especiais são mandatos complexos e não convencionais que ficam fora das categorias habituais de assessoria — como a rentabilização de ativos soberanos, a expansão transfronteiriça, a estratégia de megaeventos ou a conceção de ecossistemas de inovação —, em que a abordagem tem de ser construída em torno do problema concreto, e não retirada de um manual-padrão.
Uma estratégia de rentabilização de ativos determina como um governo ou uma instituição pode extrair valor de uma vasta base de ativos — por via de venda, arrendamento, parceria, desenvolvimento ou reestruturação —, salvaguardando os interesses estratégicos, sequenciando as transações e associando cada ativo ao capital e à estrutura adequados.
Uma estratégia de megaeventos abrange tanto o evento como o seu legado — alinhando os requisitos do evento com objetivos de longo prazo em matéria de infraestruturas, turismo e economia, para que o investimento feito para o evento continue a gerar valor muito depois de este terminar.
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