Os governos encomendam enormes volumes de obra e quase não herdam dados utilizáveis. Assessoramos sobre as normas, obrigações e requisitos de informação que transformam a execução de projetos num registo duradouro dos ativos — e sobre os casos em que um gémeo digital justifica realmente o seu custo, em vez de se tornar uma visualização dispendiosa.

Definimos o que a entidade cliente precisa realmente de receber, em que fase do projeto e em que formato — em linha com a norma ISO 19650, quando aplicável — e traduzimos isso em requisitos de informação de ativos suficientemente precisos para serem inscritos em contratos, em vez de ficarem como intenções de política.
Uma obrigatoriedade BIM que a cadeia de fornecimento local não consegue cumprir gera incumprimento, não melhores dados. Avaliamos a capacidade de empreiteiros e projetistas, fixamos limiares proporcionais ao valor e ao tipo de projeto e escalonamos as obrigações para que o mercado tenha tempo de investir antes da sua aplicação.
Testamos os casos de uso candidatos — operação e manutenção, desempenho energético e das redes, planeamento de capacidade e de espaços, monitorização do estado das infraestruturas — face aos dados que cada um exigiria e à decisão que melhoraria, e recomendamos apenas aqueles cujo benefício operacional excede o custo permanente de manter o modelo atualizado.
Sem um responsável, os dados dos ativos degradam-se. Definimos onde a informação é guardada após a entrega, quem responde pela sua atualização, como se liga aos sistemas de gestão patrimonial e de manutenção já existentes e que competências a entidade cliente precisa de ter para ser um recetor esclarecido daquilo que exigiu.
Transformação digital
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